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sexta-feira, 29 de abril de 2011

"V de Vingança"

Seu pano vermelho já não me faz fulminar raiva
Sua espada afiada não 'bamba' as minhas pernas.

E se eu tinha medo de você, hoje eu sinto asco.
Nojo
Repúdio
Repulsa
Rumino ódio

Perdi minhas orelhas quando você me deu o primeiro (e último) golpe e não consigo entender porque ainda anda com elas penduradas no pescoço.


(...) Se antes eu conseguia ouvir sua covardia e suas pseudo-glorificações...
Agora fico feliz por ter sido morta pela sua alienação e insensatez.

Graças essa morbidez eu renasci.

Porque HÁ de vir.
Há de vir o dia em que lote as arquibancadas para assistir o grande espetáculo:

Você - sua arrogância e insensibilidade contra mil almas de corações feridos.

Lá você vai dançar
Embalar o pano
Sacudir a poeira
Inflar o peito
Desfilar feito um pavão
.
.
.
Mas como que um tiro certeiro: o chifre vai atravessar as suas costelas e eis o último dia em que você vai ouvir o barulho da vitória.

Da minha vitória.

4 comentários:

João chicória disse...

Nossa...forte!

Quer que eu mate ele pra você?

PIBID disse...

Imprecisamente precisas, palavras selecionadas com a delicadeza voraz de um ser linguístico a postos, pronto pra partilhar o contato de seus olhares com um mundo "real"...

Suzi Mossmann disse...

Imprecisamente precisas, palavras selecionadas com a delicadeza voraz de um ser linguístico a postos, pronto pra partilhar o contato de seus olhares com um mundo "real"...

Diego Rafael Vogt disse...

E viva o touro!!!
\o/