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quarta-feira, 28 de maio de 2008


VIDA
por Osho


Vida é insegurança.
É um jogo.
Se tudo fosse como você gostaria que fosse, e se tudo fosse certo de acontecer, você não seria um homem, você seria uma máquina.Somente para as máquinas tudo é certo e seguro. O homem vivem em liberdade. A liberdade precisa de insegurança e incerteza. Um homem de verdadeira inteligência sempre hesita, porque ele não tem nenhum dogma no qual se arrimar, se apoiar. Ele tem de olhar e responder.

Lao Tzu diz:
Eu hesito e ando alerta na vida, porque não sei o que irá acontecer. E eu não tenho nenhum princípio a seguir. Tenho de decidir a cada momento. Nunca desisto de antemão. Tenho de decidir quando o momento chega.
Então é preciso estar pronto para responder. É isso que é responsabilidade.

Responsabilidade não é nenhuma obrigação, não é um dever - é uma capacidade para responder. Um homem que quer saber o que é a vida tem de ser alguém capaz de responder.

Isso está faltando.

Séculos de condicionamento deixaram-no mais parecido com uma máquina.

Você perdeu a sua humanidade, você barganhou em troca de segurança.

Você tem segurança e conforto e tudo foi planejado pelos outros. E eles colocaram tudo no mapa, eles mediram tudo. Isso é uma absoluta tolice, porque a vida não pode ser medida, ela é imensurável.

E nenhum mapa é possível porque a vida é um fluxo constante. Tudo está sempre mudando. Nada é permanente, exceto a mudança. Heráclito diz: Não se pode pisar duas vezes no mesmo rio".

Os caminhos da vida são muito tortuosos.
Os caminhos da vida não são como os trilhos de uma estrada de ferro. Não, ela não corre em trilhos. E essa é a beleza da vida, a sua glória, a sua poesia, a sua música - ela é sempre uma surpresa.

Se você estiver pensando em segurança, certeza, seus olhos se tornaram fechados. E você se surpreenderá cada vez menos e você perderá a capacidade de se maravilhar. Uma vez perdida a capacidade de se maravilhar, você terá perdido a religião. Religião é a receptividade para o misterioso que nos circunda.

Não busque segurança, não busque conselhos sobre como viver a sua vida. A vida é tão preciosa! Viva-a!

Você cometerá erros. Apenas lembre-se de uma coisa: Não cometa o mesmo erro repetidamente. Basta isso. Se você puder cometer um novo erro a cada dia, cometa-o. Mas não repita os erros, isso é tolice.

Um homem pode encontrar novos erros para cometer estará crescendo continuamente, esse é o único meio de aprender, esse é o único meio de você chegar à sua própria luz interior.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Tudo, nada, nada, tudo.

Escrevi tudo errado ali na última postagem.
Ah, deixa.

Hoje eu acabei por me atrasar nos afazeres ( muito que eu tenho, mesmo) e agora fico aqui, de cara no pc à 01:01! ( beijaaaaaaaaaa)
Visto que já tá tarde, necessito descansar a minha beleza, amanhã é outro dia!
Ta, mas voltando aquele 01:01, vou ver o significado e colar, espera...............................
...............................................
Aqui: 01:01 - Ficarás com quem vc amas ( vc ama* né?)
01:01 ama-te
01:01 Amor a(o) espera
01:01 amam-te loucamente
01:01 - Pensando em mim

PIADA!
Eu não amo ninguém, ué. Ta, mas é bom! Ei, e quando não existia relógio?
ÉHH...Na verdade eu não acredito nisso, seria bobagem acreditar, masss... é legal ficar vendo :D

Bom, vou dormir!, essa babozeira já me roubou 9 min de sono.

Deixo aqui uma poesia do escritor, roteirista, jornalista e poeta português, José Saramago


Fala do velho do restelo ao astronauta

Aqui, na Terra, a fome continua,
A miséria, o luto, e outra vez a fome.

Acendemos cigarros em fogos de napalme
E dizemos amor sem saber o que seja.
Mas fizemos de ti a prova da riqueza,
E também da pobreza, e da fome outra vez.
E pusemos em ti sei lá bem que desejo
De mais alto que nós, e melhor e mais puro.

No jornal, de olhos tensos, soletramos
As vertigens do espaço e maravilhas:
Oceanos salgados que circundam
Ilhas mortas de sede, onde não chove.

Mas o mundo, astronauta, é boa mesa
Onde come, brincando, só a fome,
Só a fome, astronauta, só a fome,
E são brinquedos as bombas de napalme.

sábado, 24 de maio de 2008

''Todo mundo espera alguma coisa de um sábado a noite.
Bem no fundo todo o mundo quer zoar
Todo mundo sonha em ter uma vida boa
Sábado a noite tuo pode mudar
A semana passou num piscar de olhos,
Eu não vi.
E o tempoque voa como o vento
Não senti.
Minha vida está congelada desde a última vez que te vi
Só me interessa é voltar do ponto de onde eu parti.
Passa segunta, terça e quarta-feira nem aí
E na quinta e na sexta o tempo parece repetir
Quando o sol do último dia ameaça se despedir
É que o povo coloca uma roupa e sai
pra se distrair...''

....................................................................................


Na minha vida dá tudo certo, eu não sei... Acho que sou o centro do mundo.
auaahiahiauhauai!, eu tô tão feliz.

A única coisa que tá me matando hhj, é a futilidade. Não tenho roupa pra sair, mas isso é o acaso.

Eu não achei em lugar algum o hino de Nossa Senhora do Caravaggio. Então, ouvi a música e tentei copiá-la. Está aí, com certeza com palavras trocadas. Mas, não faz mal, valeu a intenção.




"Livrai-nos dos laços
que o mundo nos arma
guiai nossos passos
na eterna mansão
Oh virgem, cantemos
de votos mortais
em coro brandemos
bentida sejas
em coro brandemos
bendita sejas
Ave, Ave, Ave Maria..."

Um beijo no coração de todos e bom find!
:D


quinta-feira, 22 de maio de 2008

Oh virgem senhora...



E a Festa de Nossa Senhora do Caravaggio está aí.
Houve procissões, fogos...essas coisas de festa de interior.

Mas, quando o quesito é temperatura, a tradição parece ser quebrada. Primeira vez em 57 festas que o calor assola o bairro. Tá louco, é pra moer, bentido aquecimento global dentre os peregrinos.
O pior é que não combina...
Quem é do Caravaggio sabe bem, cadê o cheirinho????
Tenho pena dos que compraram roupa. Sabe que aqui é assim, eles não falam que vão comprar roupa para o inverno, mas sim, para festa de maio.Chegam lá e um fica olhando ao outro pra ver a roupa que você está. Pior que Paparazzo.
Na última eu fui de tênis, não quis nem saber, melhor que anda
r igual ao Caderudo e atolar na grama. Se bem que eu tô 'velha', nem de tênis eu combino mais. Sabe quando tá mais que na hora de começar a se vestir mais elegante?...Pois é, tô nessa. Tenho que arranjar namorado né?... Tô brincandoo, ainda nãoooo!, tenho a facul pela frente.
Continuando sobre a festa. Tem barraquinhas de bugigang
as, algodão-doce, crepes, maçã do amor...Showzinhos, cavalinho, roleta, tiro ao alvo...Sem falar no parque, bommmbaaaa! Até eu tenho vontade de ir, corroo-me, as pernas balançam de uma forma que só falta um empurrãozinho pra eu estar lá em cima da roda gigante. Agora imagina a festa da criançada.
Ta, quase esqueço o principal da festa. Tem missas... Ah, deixa pras mães irem. Não, nada disso... 'Bora' pagar os pecados, eu fui hoje.E olha que é quinta-feira.
Domingo tem a chegada da Nossa Senhora do Caravaggio, juro que essa parte é de se arrepiar. Faz dois anos que eu não assisto devido ao... ao...ao...ta, ao Matusa no sábado
! Ninguém é perfeito né?...

Quando menor eu ia de anjinho, quem nunca foi??!!. Íamos em cima do caminhão, todos com vestido de cetim branco, arrastando ao chão.Era frio, sempre tínhamos que colocar duas blusas por baixo, estragava o figurino às vezes. Para acompanhar, levávamos pindurado com alça no pescoço, uma caixinha de sapato forrada com papel crepom também branco. Dentro havia pétalas de flores que jogávamos nas estrada e inclusive, na santa.
Lembro como se fosse hoje, na busca da virgem e na chegada ao Caravaggio, os ''anjinhos'' entravamos num coro, cantando:


Mãezinha do céu
Eu não sei rezar
Eu só sei dizer
Que eu quero
Te amar

Azul é teu manto
Branco é teu véu
Mãezinha eu quero
Te ver lá no céu
Mãezinha eu quero
te ver lá no céu.



Saudade que fica por aqui.




terça-feira, 20 de maio de 2008

Um não saber.




Queria falar algo.
Queria expôr meus sentimentos aqui. Tudinho, linha por linha.
...Meus lampejos, minhas sombras, conquistas e até dúvidas.
Queria saber me expressar tanto, mas tanto, que eu nem precisasse colocar uma música de leve ou até perguntar para um amigo o que ele gostaria de ler.
Seria tão fácil assim.
Queria ter aquele dom da palavra, sabe? Aquele jeitinho, aquela diferença. Porque o que faz a diferença é a eficiência, o detalhe e a vontade. Eu posso não ter os dois primeiros, mas tenho a vontade. A vontade me faz voar, seguir em frente, tentar. Eu tento, mas nem sempre consigo, é...talvez nunca tenha conseguido. Ah...SE você soubesse como eu queria.
Queria ser concisa, saber falar e pronto... completamente entendido. Mas não, eu falo, falo, falo e no fim, nem era lá onde eu queria chegar.
Isso dói, pode não ser nada para o que não tem a vontade, todavia, isso se comtrapõe aos que querem.
Querer, querer, querer...Queria saber, essa é a palavra alvo. Saber usar o ponto certo, a vírgula certa. Saber empregar as palavras, o termo. Ter coesão.
E eu tenho necessidade. Necessidade de lembrar, entretanto, o branco me persegue e a palavra some.
Eu queria escrever tão bonito.Só que o que parece simples, vira uma tempestade. A cobrança vem e acabo não escrevendo nada, contudo, não posso parar de escrever, Eu amo a escrita, bom seria não amá-la.
É, jovem, queria ter escrito a frase do outro escritor. Eu poderia escrevê-la, como não?... Sim, mas não soube pôr no papel, não soube pensar o certo, passar da mente ao lápis. Fiquei querendo.
Ah... que tal, mas daí eu queria escrever algo que tocasse, algo que fizesse alguém lembrar, mostrar ao outro, algo que me intusiasmasse. Não, nada agrega, geralmente não gosto da minha escrita.

E agora eu escrevo tanto, porém são tantos querer, são tantos não saber, complica, fica chato.Eu não sou lacónica.

Está certo, a vontade não basta num momento desses!
A minha cabeça fica lá embaixo, conversando com os meus pés.
E eu queria saber, queria dizer aqui o que aperta, mas eu não consigo.
Eu queria tanto.
Seria tudo, tudo o que eu preciso agora.

Tô com gripe ainda, eu disse que até eu não sarar, não escrevo.

Ta acabando, só tosse agora :D

léléllélél... Tenho que acordar cedooo, vou pra cidade amanhã. Ai, ta tardeeee!
Boa noiteee, seu Nestor.




domingo, 18 de maio de 2008

Eu acho.

(Mari, obrigada pela festa, foi uma das melhores que eu já fui. Sério mesmo, pena que não deu pra ficar mais um pouco...) ...


aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, que raivaaaaaaaaaaaaa, saco, merda, merda, merda, droga, uiiii, aaaaaaaaa.

Por que alguém pode ficar tão insuportável com apenas um gesto?...É, eu não sei o porquê disso.

Eu estava aqui preparada para escrever algo com um certo grau de inspiração, mas daí isso tudo foi perdido. Por que? Ah, só pelo fato da minha mãe e irmã terem entrado no quarto e demorado para se tocar que eu estava escrevendo, foi isso.
Mas a raiva é tremenda, dá vontade de gritar ao mundo, dói os braços, a parte de trás dos joelhos. Uma sensação forte que no fim eu até me sinto mal. Só que contrapondo isso tudo, eu não estou mal-humorada, tampouco estressada. Estou feliz hoje, comi vergamota lá na área, subi no muro e ainda brinquei com bolhinhas de sabão. Bom sim.
Eu realmente não entendo essas sensações, coisas tão simples que acabam por se formar nós em nossas cabeças. É uma inconstância tão deliniada no humor que qualquer coisa que se faça, tudo desaba e se monta, desaba e monta de novo. Sim, por vezes isso não ocorre e depende o gesto, todavia, quando elas vêm no meu lado no momento que estou para escrever...AH,não importa quão feliz eu esteja, eu desmorono. Está aí o ponto fraco.
Penso eu que todos têm algo parecido com isso, não importa o que for, algo realmente encomoda e muito. Entretanto, passa... é, passa sim. Ainda mais escrevendo algo ou comendo um chocolate.

Oh, tô feliz novamente. Claro que eu não escrevi o que eu queria, mas deixa pra lá.

Acho que eu vou no barraco agora.

Beijos.